Câimbra do Escrivão

De acordo com a Professora e Neurologista Dra. Elizabeth M. A. B. Quagliato  na sua entrevista concedida para a ABPD – Associação Brasileira de Portadores de Distonia em 2001 no formato de um artigo intitulado “Câimbra do Escrivão: Atualização sobre seu Diagnóstico e Tratamento”  esta doença chamada Câimbra do Escrivão é definida da seguinte forma:

“…é uma distonia focal relacionada ao ato de escrever . Faz parte do grupo das distonias ocupacionais, que se caracterizam por contrações musculares involuntárias desencadeadas por determinados movimentos como escrever, tocar piano, violino, saxofone, jogar golfe ou digitar . Em alguns casos a distonia pode afetar mais de uma função da mão.

Há dois tipos de cãibra do escrivão – a simples, que ocorre somente quando se realiza uma função – como escrever – e a cãibra distônica – presente em mais de uma atividade, como usar talheres, pentear-se, digitar”.

Ainda segundo ela, “os sintomas da cãibra do escrivão ocorrem assim que a pessoa segura a caneta ou após escrever algumas palavras. A apreensão da caneta é extremamente forte, o punho se flexiona ou estende e uma postura de elevação de cotovelo e do ombro acompanha o ato da escrita, que se transforma numa tarefa cansativa, imprecisa, lenta e até mesmo dolorosa”.

Para a Professora Elisabeth, “os sintomas podem iniciar desde a adolescência até os 50 anos, são unilaterais ou bilaterais e ocorrem tanto em homens quanto em mulheres. É considerada uma doença crônica, com prognóstico difícil de ser definido. Sua causa é uma função anormal dos gânglios da base, neuronais situadas profundamente no cérebro e encarregadas de regular os movimentos”.

De acordo com a neurologista a câimbra do escritor é uma afecção reconhecida há mais de dois séculos e até hoje pouco compreendida. “O diagnóstico é clínico, não se observando lesões visíveis nos exames de neuro imagem, como a ressonância magnética. O que ocorre é um erro da programação motora, pouco se conhecendo estruturas neuronais situadas profundamente no cérebro e encarregadas de regular os movimentos e sobre quais neurotransmissores estariam envolvidos. Alguns casos de cãibra do escrivão se relacionam a uma estruturas neuronais situadas profundamente no cérebro e encarregadas de regular os movimentos.  Outros casos se relacionam a uma herança genética, havendo na mesma família casos de distonia generalizada , associando-se ambas ao gene DYT1, responsável pela codificação da proteína torsina” afirma ela.

Um pequeno recorte de minha vida com câimbra do escrivão:

Eu tenho câimbra do escrivão desde a infância… Já sofri muito e hoje ainda carrego este sofrimento, mas consegui estudar e buscar o que sempre quis na vida. Nunca desisti…  Hoje, faço aplicação de botox. Fiz, recentemente, uma consulta no Sarah Kubistchek em Brasília e depois de tudo que já vivenciei, estou aprendendo a aceitar o problema e conviver com ele!  O que é interessante é o como a gente se vira para aprender a conviver com uma dificuldade ou deficiência que, no meu caso, não conhecia, não sabia o nome,  não conhecia o diagnóstico, não tinha compreensão das pessoas, era vítima de preconceito… enfim, não sabia o que estava acontecendo comigo. Daí, vinheram os traumas na vida, o esforço demasiado para ter sucesso na escola e coisas assim, o  querer mostrar para todo mundo que eu era normal e também sabia escrever. Os conflitos foram muitos!!!  A partir deste quadro desenvolveu-se uma timidez exacerbada, mas precisamente uma fobia social, a tendência para se isolar…
Por outro lado, quando a gente tem uma deficiência ou dificuldade, ficamos mais perceptivos e desenvolvemos certas habilidades do nosso ser que os demais não desenvolvem. Quando começamos a sacar isto, a vida fica mais interessante e mais cheia de motivação… Passamos a ter mais criatividade, desenvolver a inteligência emocional e perceptiva… A nossa evolução enquanto ser parece que está atrelada a condições de vulnerabilidade e risco. Quando temos tudo bonitinho e arrumadinho ao nosso favor, ficamos na acomodação e na mediocridade.
Mas,voltando ao assunto, na verdade a cãimbra do escrivão é um dos desafios da neurologia. Não existe ainda perspectivas de tratamento. O paciente tem que aprender formas de se adaptar, ter paciência. Pois, ter uma limitação significa ficar à margem em certos aspectos… Eu tenho usado adaptadores como um engrossador de borracha para a caneta; aprendi a escrever, na adultície, com a mão esquerda, pois depois dos 35 anos a doença evoluiu um pouco ao ponto de comprometer o ato de digitar, pegar no mouse, nos talheres, etc. Não adiantou. No meu caso, a doença é distônica e bilateral.
Uma das coisas importantes que tenho percebido é que exercícios físicos tem me ajudado muito. Não é à toa que tenho praticado Tai Chi desde há muito tempo. Já fui um aluno assíduo da yoga e natação. Mas, hoje tenho mantido uma prática de exercícios sem muita sistematização… Não sei viver sem fazer exercícios com o intuito de viver bem com a distonia! 

62 pensamentos sobre “Câimbra do Escrivão

  1. eu, 55 anos e com cirugia (2007) a laser nas colunas ao qual sofro desde do ano 2000 e como eu era autonomo sendo encanador e trabalhando com tessoura de corte de chapa fazendo esforço mais com a mao direita sou destro mas a esquerda tambem sendo usada e sofro desta distonia sendo reconhecida pelo dr.jose carlos (ortopedista) como caimbra do escrivao do meu neuro deconhece fui em outro a mesma coisa o que eu faço sempre fui pescador da agua doce e depois no mar usando ambas as maos no molinete e a vara de pesca em 2007 travei os dois braços em uma pescaria otima de peixes mas ruim para mim era meio dia com caimbras nas maos e contraçoes nos dois braços fazendo umas bolas parecido com aquelas nas pernas de jogador de bola procuro o neuro este marque uma reumatologista e nao tenho nada ai faço eletroneuromiografia a medica me diz que tenho que estar atacado entao acho que ela nao sabe o desconforto que e estas dores ja fui descriminado porque costumo passar uma pomada de nome iodex e paliotivo mas alivia sou enfaixado em ambos quaze todos os dias parecendo uma mumia nos braços nao faço quase nada que ate dirigir e complicado gostaria de ajuda porque nem a ortopedista federal me reconheceu estou sem ser reconhecido como cidadao brasileiro mas eu luto para um futuro melhor para os brasileiros como eu lutador e com estes probemas e sem ser beneficiado pelo o inss depois de mais de trinta e seis de contribuiçao e afastamento por auxilio doença de out de2004 a maio de 2008 e 18 de dezem a abril de 2009 esta federal nao mencionou varias coisas no seu laudo que e uma vergonha e eu provo nao sou trouxa e vou questionar esta ortopedista que me desmereceu dizendo que eu tenho um pequeno pobrema no braço direito falei sobre destas constraçoens e ela ironica deu uma leve risada o que eu faço aonde eu vou pedir auxilio nao sei apesar de ter conhecimento de uma lei que esta no senado de n.439 do sen artur virgilio sendo caimbra do escrivao doença especial

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  2. Também tenho está doença desde 1989, onde logo no final do curso de engenharia apresentou este problema que hoje não consigo escrever nada com a mão direita. Algumas pessoas me orientaram para que eu pudesse começar treinar a escrever com a mão esquerda, e isso eu fiz. Mas apresentou outro problema a mão direita começava a tremer impedindo que a esquerda escrevesse também ficando trêmula…amigo tenho 53 anos de idade. Quando falam para eu pedir um laudo medico como deficiente, aí volta a pergunta vou me enquadrar onde com essa doença progressiva? Amigo me oriente o que devo fazer? Obrigado, Sampaio.

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    • Sampaio,
      Meu nome é Ana e tenho as mesmas características que voce, não escrevo nada com a mão direita, se tento escrever ela fica dura e tenho que fazer muita força; e ainda por cima quando estou estressada ela treme, dói! Já me diagnosticaram até com mal de Alzheimer…. Tenho 52 anos. Moro em Brasilia. Aqui não sei nem por onde começar…. Você conseguiu tratamento?

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  3. Eu sofro dessa doença há cinco anos, e nao sabia o que era, acabei de desbrir ela agora em Joao Pessoa eo sou maranhense fui descobrir lá; nao escreva basicamente nada, e o pior sou professor das diciplinas exatas!!
    nao tenho profissão, estou muito preocupado porque eles não aposenta disso!!! ou aposenta??? O meu grau é aquele nao escreve mas nao atrapalha para fazer outra coisa. O posso fazer?????

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  4. Bem, não diferente dos senhores sou também portador desta síndrome. Sou engenheiro químico e tinha como hobby o desenho, pintura e pirografia, desde a infância. Meu caso apresentou-se de forma lenta e progressiva. Já no colégio sentia algumas dificuldades de escrita. Fui diagnosticado como tendo síndrome do túnel do carpo, do qual passei por uma cirurgia. Evidentemente, nenhuma melhora. Minha distonia apresenta-se da seguinte forma: dificuldade de escrita com abertura do punho para o lado direito (sou destro), contração involuntária e dolorosa da musculatura do braço. Desenvolvi a escrita com a mão esquerda, que apresentou o mesmo sintoma. Atualmente consigo esrever um pouco, mas com segundos perco totalmente a cordenação da escrita. Quando percebo nada mais é legível e minhas pernas estão iniciando uma contorção. Acredito que em reação a dor ou perda do movimento. Meu desespero não é quanto ao trabalho, pois vivo de computador, e sim quanto a impossibilidade de desenhar. Essa é minha grande frustração e rasteira de vida. Criei algumas adaptações que me permitissem “rabiscar” algumas coisas, mas o preço é a dor e o tempo (levo uma eternidade, pois, desenho um traço por hora)…. mas ou menos isso… essa é a minha saga…verto de que o futuro nos reserva bons e novos horizontes… desejo a todos sucesso e escrita!
    Abraço!

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  5. ola pessoal tambem tenho este mal fui diagnosticada ha dois anos,hoje meu neuro não faz mas o botox pois não tive melhoras mas sinto muita dor mesmo sem movimentar o braço mas doi,e tou com o meu lado direito do corpo mas baixo que o esquerdo.e tou com uma hernia na regiaõ cervical,ja fiz tc de coluna cervical.e sinto muita dor não sei mas o que fazer,tenho fisio duas fezes por semana.e mas nada tomo medicação pra dor. peço ajuda a voces,pra me orientar o que devo fazer. um abraço a todos voces. me responda ta?

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    • oi Magna, tudo bem. Tenha caimbra de escrivão, sindrome do túnel do carpo, paralisia braquial obstétrica no braço direito, artrite acromico clavicular no ombro esquerdo, tremor essencial e sou canhota.
      Muita coisa né, mas é difícil, pois não consigo licença médica com os peritos do INSS.
      Moro em Cuiabá-MT, tenho uma filha de 11 anos que é uma grande com-
      panheira, pois as pessoas acham que não termos nada.
      Me escreva, um gde abraço.Lilian

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      • Oi companheira, só hoje que vi que vc me respondeu Estou muito feliz. Olha, eu tenho duas filhas que também são tudo na minha vida.Samara Natyelle,tem 14 anos, Anaiza tem 07 anos, hoje ainda estou acostada, fiz reabilitação profissional pelo INSS, mas sem êxito, me afastaram por mais um ano, minha neuro suspendeu o botox pois sem efeito,e iniciou gabape ntina 400mgr 2 vezes ao dia e graças a Deus estou me sentindo bem melhor. Lilian Maria fica com Deus, um super beijo para tua filha que sei que é tudo na tua vida. beijos.

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  6. Tenho este problema já, aproximadamente, uns 35 anos, e estou me virado como posso, mas com muito esforço. Faço exercícios constantes, rodando o punho em sentido diversos, escrevendo de formas diferentes, mas nunca com a mão esquerda, pois sou dentro. Melhora mas não resolve.
    Vou tentar aplicar o butox para ver se há alguma melhora, mas não sei se o farmacêutico pode fazer isso, eu preciso saber como fazer isso.

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  7. Há mais ou menos 12 apresentei com uma sintomatologia involuntaria de curvar a minha mão quando estou escrevendo para o lado direito, sou destro, já fiz varias seções de fisioterapia e nada foi resolvido, vejo que estou sofrendo desta sindrome, procurei recentemente um neurologista e o mesmo me repessaou um medicamento estou tomando mais não estou sentido melhoras até o presente momento. Alguém sabe dos efeitos do butox, e quantas sessões são necessária para obter melhora?

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    • Olá! Tenho caimbra do escrivão desde 2000, mas só fui diagnosticada em 2008. Faço tratamento com Botox e logo na primeira aplicação minha escrita voltou como se fosse mágica. O efeito dura mais ou menos quatro meses e os principais efeitos colaterais que ocorrem comigo são: perda de força para executar todas as outras tarefas, dor e atrofia dos músculos que recebem a toxina. Mas continuo as aplicações porque, para mim, estão surtindo efeito. Só me resta seber e não saberei te responder “até quando”?
      Por conta disso, também desenvolvi a escrita com a esquerda e me tornei ambidestra. Espero que você encontre a sua adaptação, pois essa palavra passa a ser o nosso meio de vida. Boa sorte!!!
      Andreia.

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  8. Sofro desta patologia, a minha vida profissional é:- escrever . E o certo é que não consigo. Os médicos dizem não conhecer este doença.
    Sei que há muitas mais ( pessoas) com esta patologia e os médicos (neurologistas/ortopedistas…) continuma a afirmar desconhecer tal doença.

    Como outros, a minha situação é desesperada.

    Assim, pergunto:- O que se passa com a “dita” medicina quando é referido pelos peritos médicos desconhecer tal patologia e, há tantas pessoas (profissionais)que sofrem deste ” terror”?

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  9. Sou um velho neurologista. Quando fiz a residência médica, a tomografia estava chegando ao Brasil. Os diagnósticos eram baseados nos conhecimentos de clínica e no exame físico minucioso. Tinhamos de estudar muito.
    Atualmente, com a quantidade de aparelhos para o diagnóstico complementar, o que se vê é um aumento vergonhoso da incompetência clínica de um grande número de neurologistas. Isto é uma vergonha (como diz o Boris Casoy)
    A ignorância de parte deles é enciclopédica (estou plagiando alguém).
    A todos vocês, que sofrem pela doença e pela ignorância de neurologistas e peritos do INSS, apresento minha solidariedade e o conselho de levarem aos seus médicos ignorantes os endereços dos sítios da internet relacionados às distonias. Quem sabe funcione. Alguns deles devem ainda, ao menos, saber ler…

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    • Sou fisioterapeuta, há 22 anos, considero pouco tempo,mas o suficiente para percerber as razões que fundamentam sua opinião com relação ao desenvolvimento tecnológico na saúde e o nível de conhecimento que a humanidade dispóe a respeito das doenças, e os da formação técnica e humana dos profissionais que cuidam desses doentes. O acervo de exames complementares praticamente eliminou a palavra anamnese do dicionário médico. Em minha area de atuação acontece o mesmo fenômeno, o acervo de técnicas manuais e aparelhos que prometem verdadeiros milagres difunde-se rapidamente pelo mercado da saúde, enquanto que o hábito de uma boa avaliação desaparece das clínicas. Pacientes com diagnósticos neurologicos ainda são andarilhos que buscam respostas e alívios para as dores, com sacolas de exames embaixo do braço. Minha solidariedade aos pacientes que sofrem com a doença, meu apreço aos profissionais que cuidam deles e que tentam a cada dia usar cada vez melhor as ferramentas fundamentais na tecnologia da saude; o ouvido, as mãos, o olhar, e ainda a que se colocar o amor no que faz, o coração.

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  10. Olá, há anos sinto dificuldades em escrever, que só foi acentuando. Há poucos dias fui diagnosticada com a caibra do escrivão e encaminhada para um neurologista, porém ainda não tive muito sucesso com o primeiro especialista que consultei, pois ele não soube me orientar a respeito do que irá ocorrer, o que tenho que fazer, quais os tratamentos, etc.. Estou triste, pois trabalho escrevendo e isso tem sido cada vez mais difícil.
    Estou aqui para compartilhar esse momento e obter o máximo de informações. Obrigada.

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  11. Olá, meu nome é Marta e sofro deste problema na escrita.É angustiante quando vc vai preencher formulários, cupoms nome,copiar uma simples receita é um constragimento,parece que vc é um analfabeto, olhando sua escrita. Gostaria de saber se essa deficiêcia da direito a aposentadoria pelo INSS? Obrigada!

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  12. Olá Pessoal,
    Tenho essa doença há 5 anos e por ser universitário fico com muita dificuldade em acompanhar a turma, pois a escrita não ajuda.
    Já pensei em várias vezes desistir da Universidade por não ter essa ferramenta importante que são as mãos para escrever. Mas só não larguei tudo porque a vontade de ser um profissional um dia, me ajuda a seguir em frente.
    Portanto, gostaria de saber se vocês já fizeram algum tratamento que desse um pouco de resultado, pois a cada dia que passa a situação vai ficando cada vez mais difícil.
    Obrigado pela atenção.

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  13. olá pessoal,
    Estou em tratamento com gabapentina e nortriptilina e fisioterapia. O botox não fez efeito no meu caso,fazem 3 anos que estou afastada do meu trabalho, continuo fazendo pericia médica há cada 2 meses,e é sempre aquela humilhação,não aguento mais. Peço a deus que já passe tudo isso, pois dá vontade de pedir ao perito pra me cortar e voltar logo pra trabalhar, mesmo sabendo que na minha profissão não dá mais. mas vamos confiar em deus pois ele é o deus do impossivel. um abraço a todos.

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  14. Boa tarde,também tenho essa doença e mal estou conseguindo escrever.Já passei em 11 ortopedistas e somente um me deu esse diagnóstico.Gostaria de saber se essa doença afasta do trabalho pois me sinto limitada nas minhas funçôes ou se existe algum tratamento eficaz

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  15. Ola, meu nome é Maysa, comecei a observar um certo desconforto ao escrever a mais ou menos um ano e meio, o desconforto piorou rapidamente a ponto de não conseguir escrever nem meu proprio nome, comecei a escrever com muita dificuldade com a mão esquerda mas de alguns meses pra cá comecei a sentir em algumas outras atividades como no mouse e na digitação. Tenho 33 anos, por favor alguem que tenha algo que possa ser feito pra adaptação me diga pois quero continuar a trabalhar, quero me manter ativa.

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  16. Pessoal, tem uma comunidade no facebook para quem possui essa distonia, quem tiver o face e quiser entrar será muito bom para que possamos manter contato com mais frequência.
    Abraços.

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  17. Prezado amigos, também tenho ainda muitas dúvidas sobre essa doença ingrata, mas posso compartilhar com vocês a minha experiência: como relatei em 22/07/2011 o tratamento com Botox foi maravilhoso, pois a mão voltou a escrever sem os espasmos. Mas infelizmente começei a apresentar efeitos colaterais que fizeram a fisiatra e a minha neurologista suspender o tratamento com o Botox e indicar o uso total da mão esquerda para escrever. Fiquei arrasada… No trabalho passei a usar o computador, pois faço trabalho burocrático e me sirvo de um tablet para anotações gerais. Quando não tem jeito, tento ser canhota (estou treinando). Faço fisioterapia e terapia ocupacional, além do uso de remédios para controle de ansiedade (faz parte da doença). Voltar a escrever com a direita, eu sei que não vai rolar, mas essas atividades ajudam muito principalmente o emocional, já que adoro escrever e não posso mais.
    Não sei se a doença possibilita afastamento, eu continuo trabalhando (só Deus sabe como!), mas sei que tem um projeto de lei de autoria do Senador Arthur Virgílio, ainda em trâmite, cuja ementa é “Acrescenta dispositivos à Lei n° 7.853, de 24 de outubro de 1989, que dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, para incluir as definições de deficiência e estabelecer que a síndrome do escrivão constitui modalidade de deficiência física.”
    Espero ter ajudado de alguma forma.
    Abraço a todos!

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  18. Olá, meu nome é Keyla, sou acadêmica do curso de Fisioterapia e meu pai sofre com a câimbra do escrivão, ele está no estágio em que teve que passar à escrever com a mão esquerda que não estava acometida, mas que ao realizar o movimento de escrever a mão direita fica tremendo, impossibilitando a escrita da outra mão. Gostaria de saber se essa patologia é uma lesão cerebelar, onde ao fazer o movimento ele já tem o tremor?? Gostaria de saber também se essa doença pode evoluir, comprometendo mais ainda os movimentos flexores ou extensores das falanges e articulações?? Desde já obrigada!!

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  19. ola pessoal, meu nome é jussara, tenho 50 anos e descobri a doença quando tinha mais ou menos 20 anos. Sofri muito na época, pois era bancária e ainda não tinha computadores na agencia. Fazia todo trabalho praticamente a mão.Ficava muito nervosa, pois precisava colocar muita força nas mãos para conseguir escrever, para a caneta não escorregar. (fazia muitos calos nos dedos pq apertava- os para a caneta não escorregar). Sofri preconceitos no trabalho, e criei muito complexo, pois todo mundo perguntava e sempre eu tinha que repetir e explicar sobre a doença. O pior é que as pessoas não entendiam e não entendem até hoje; ficam dando sugestões como; escreve com mão esquerda, compra caderno de ortografia, toma isso… toma aquilo….é uma chatice. Hoje tenho muitos bloqueios e medo de procurar emprego, pois já criei muito trauma., quando imagino que logo na entrevista possam me pedir para escrever. Quem não sabe da doença e ver minha letra(que é horrível) acha que sou analfabeta. Muitas vezes eu faço anotações e depois de algum tempo, volto a ler o que escrevi e nem eu mesma as vezes entendo. Graças a Deus pelo que já pesquisei. a minha distonia é so na escrita. Outras atividades como; digitar, faço normalmente.. Não procurei médicos mais depois do diagnóstico, devido ter me informado na época que a doença não tem cura. Hoje trabalho com vendas por conta própria, uso muito o computador e só quando é preciso faço anotações na agenda, mas só eu mesma entendo rsrsr. Não sou a favor de medicamentos ,visto que não se sabe ainda a causa dessa doença.Hoje convivo muito bem com a doença, mas com alguma dificuldade quando é preciso preencher alguma ficha ou outra coisa parecida. Sempre tenho que pedir ajuda e é desconfortável..Já vi casos de pessoas tentarem concurso como deficiente fisico e ganhar na justiça o direito de tomar posse.. Há, meu médico me disse na epoca que chega um tempo que a doença paralisa e até diminui, igual miopia.
    Peço Á DEUS QUE ILUMINE OS MÉDICOS, PARA QUE TENHAM MAIS INTERESSE EM PESQUISAR SOBRE ESSA DOENÇA, POIS CAUSA UM MAL ENORME NAS PESSOAS, VISTO QUE A ESCRITA É ESSENCIAL NO DIA A DIA.

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  20. Pessoal, tenho 53 anos, sou servidor público estadual (Receita Estadual) e sou portador deste tipo de distonia focal há mais de 20 anos. Face às experiências vivenciadas com diversos tipos de tratamentos a que me submeti, me sinto com propriedade para lhes dar as seguintes informações:
    – É uma patologia que ainda não apresenta possibilidade de cura;
    – Pode ter como causa distúrbio neurológico ou psíquico;
    – O tratamento com botox apresenta efeito apenas paliativo e temporário;
    – O tratamento fisioterápico apresenta, também, apenas um efeito amenizador;
    – A tentativa de escrita com a mão esquerda é enganativa, além de trazer reflexo potencializador do problema na mão direita;
    – A tentativa de enganar o cérebro utilizando diversas maneiras de segurar a caneta pode amenizar a dificuldade de escrever, contudo, as letras não apresentarão um padrão de identidade.

    Pela ordem, estes são os procedimentos atuais que utilizo para conseguir escrever, ainda que com uma certa dificuldade:

    1) Uso de uma peça na caneta denominada spectro;
    2) Uso de uma prancheta apoiada sobre a coxa, com a perna dobrada sobre a outra, de modo que a prancheta fique numa posição vertical, quase na altura do tórax, com todo o antebraço apoiado sobre a mesma. (Utilizei esta opção durante todo o transcorrer do curso na universidade);
    3) Utilizar a mão esquerda sobre o pulso da mão direita, apoiando com uma certa força, de modo a deixar só a mão direita movimentar durante o ato da escrita. Esta opção tem me trazido um certo conforto, principalmente no turno da tarde do meu trabalho.

    No mais, sugiro ficarmos na torcida para que a medicina traga avanços, senão de cura, ao menos, de um tratamento realmente eficaz.

    No dia em que fiquei sabendo que este o problema não tem cura, optei por buscar as alternativas mais amenizadoras e, para manter o astral elevado, mentalizei a seguinte mensagem:

    “Não conseguir escrever não é o fim do mundo. A minha comunicação pode se dar perfeitamente por outros meios, afinal consigo falar, ouvir, ver e, ainda, digitar; se não posso ter 100%, devo me contentar com 90%, pois muitos estão vivendo apenas com os 10% que me faltam,”

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    • O que é esse spectro? Preciso muito de algo que me dê estabilidade para fazer provas de concurso, porque, infelizmente, têm que ser manuais…

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      • Ivy, este também é o meu problema, estou estudando para concursos, mas como fazer a prova de redação? Descobri que era a tal caimbra do escrivão nesta semana ao conversar com um médico, ainda não fiz nenhum exame, mas os sintomas são todos os descritos aqui neste sitio. Temos que nos adaptar a viver com os 90%,e no meu caso, vou largar mão de concurso.

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    • poxa, Inácio, fantástica essa sua dica de colocar o braço numa posição da altura do tórax… melhorou demais a minha vida…obrigado, meu amigo…

      me diga uma coisa, esse SPECTRO que falou, para a caneta, o que é isso??
      onde vende essa peça??

      obrigado desde já, abraços…

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      • Alex no estou conseguindo inserir o meu comentrio na pgina especfica do site.

        Sendo assim, vai aqui a minha resposta:

        “Prezado Alex,

        Fico feliz em saber que voc amenizou a sua dificuldade de escrita ao aplicar a sugesto que repassei. Em relao ao spectro, trata-se de uma pea de borraa que cobre a parte inferior da caneta modificando a posio da me ao segur-la. Ele me foi indicado por um neurologista de Belo Horizonte/MG. poca consegui adquirir na Livraria Leitura daquela cidade. Segundo o vendedor o produto era importado dos EUA. Como a minha distonia agravou deixei de us-lo desde de 2005.

        Abraos,

        Sade e persistncia todos.

        Incio”

        Date: Wed, 31 Oct 2012 13:58:03 +0000 To: inaciofbraga@hotmail.com

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  21. Pois é gente, eu tbm estou sofrendo mto com essa sindrome do escrivao, só Deus sabe… eu tenho sindrome do tunel do carpo há dois anos, e há um ano mais ou menos precebo q ñ escrevo mais como antes, estou sem firmeza nas mãos, ñ consigo segurar uma caneta, nem passar um lápis no olho, nem segurar um talher… minha letra era linda, eu escrevia com rapidez, agora minha letra é horrivel, escrevo pausadamente, sinto mta dor no punho, ja perdi empregos por este motivo. Me pergunto: como vou trabalhar se ñ posso digitar e ñ sei mais como escrever? sofro mto por isso!

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    • Neste caso, você não consegue escrever por causa da síndrome do túnel do carpo. É preciso fazer uma cirurgia para resolver o problema e não agravar mais ainda. Isto não tem nada haver com câimbra do escrivão, ok. É uma outra síndrome neurológica diferente da câimbra do escrivão.

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  22. Tenho caibra do escrivao desde 2004 e nao consegui muitas melhoras, antes era pior, pois, nao conseguia fazer nem minha assinatura, hoje consigo fazer alguma coisa, tenho muita fraqueza nos membros e a minha distonia e bilateral, mas consigo escrever poucas coisa e fiquei 2 anos afastado e sinto muitas dores e fraqueza nos membros e gostaria muito de obeter ajudas, atualmente estou fazendo acompanhamento com homeopata, neurológico, especialista em mao, terapia ocupacional e etc….Nilson

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  23. eu sou portadora do caibra do escrivao há muito tempo, não tou sabendo lidar com essa deficiencia pois trabalho com escrita e isso ta sendo uma tortura para mim, pois ás vezes q tenho q escrever em publico sinto vergonha das minhas letras e isso me deixa muito deprimida. Ajudem- me a conviver com essa doença pq é assim q eu me sinto uma incapacitada bgd . eu me chamo dulcinea

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  24. Pessoal do site, eu também apresento uma dificuldade com a minha escrita. Sofro muito por causa disso. Fui ao neurologista e ele me disse que eu tenho um tremor de escrita. Ao pesquisar sobre o assunto, descobri que existem muitas teorias a respeito da causa desse problema e uma delas diz que ela é uma espécie de caimbra do escrivao. Tomei remédios para o tremor e não adiantou nada. Estou estudando para concurso também,assim como alguns relataram nesse espaço. Tive uma idéia de passar a escrever com uma mesa digitalizadora pois a diferença de pressão parece atenuar o problema. Alguém já experimentou fazer isso?

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  25. Oi, eu me chamo Rose,tem um ano que descobrir que sofro com essa doença, estava me tratando com um traumatologista mais não via melhora, até que meu compadre que tem essa doença a anos e esta em estagio avançado me disse para procurar um neurologista, foi confirmado que estava com caimbra de escrivão. Hoje faço tratamento, porém os remédios não fazem efeitos,como sou a primeira paciente do meu médico a ter essa doença, estamos tentando de tudo, porém já sabemos que o melhor tratamento é o botox, mais o meu plano não cobre, e uma dose custa em torno de R$ 2.500 e no momento estou desempregada. Como tinha pouco tempo que sair do emprego, o meu médico me orientou a entrar no INSS, porém o beneficio foi
    negado, joguei na justiça e estou aguardando.Saúde para todos. Rose – Belém-Pá

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      • Ola…descobri a sindrome a pouco mais de um ano porem achei que fosse frescura ou preguiça de escrever porém como trabalho como técnica de enfermagem e por diversas vezes tive que escrever relatórios imensos, achei que fosse esse o motivo…porém quando recebi o diagnóstico em jullho deste ano…tenho tido dificuldade em descobrir tratamento, explicações e coisas do genero….hj tive uma reunião com o médico do trabalho que me diz que estou apta ao trabalho porém a supervisora do hospital me diz que não pois minha letra esta ilegivel, é ilegal outra pessoa escrever prá mim…..não tenho laudos e o dr do trabalho me orientou a procrurar o inss e tentar ao centro de recuperação do profissional e tentar a cota de deficiente o que vc acha me ajude pelo amor de Deus…obrigada….Rosangela-Guarulhos.Sp

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    • Oi Rose, eu me chamo Kátia e tenho esse diagnostico tb. Com relação a aplicação do botox, particularmente não recomendo. Em 2010, Fiz esta aplicação para poder fazer uma prova de redação para concurso publico. Foi um desastre. Meu dedo do meio perdeu função, Ficando caído. O meu medico disse que Ficaria daquele jeito por alguns meses. Realmente o meu dedo voltou, porem fiquei com sequelas. O dedo indicador FICA com movimentos involuntários constantemente e coisas que fazia antes com grande destreza, hoje não consigo mais, como por exemplo, usar o mouse, digitar, Escovar os dentes, segurar os talheres, segurar a Mão de alguém, pois não consigo manter a Mão fechada por muito tempo. É importante ressaltar que fiz a aplicação com um médico conceituado, com especialização no Canadá, EUA… Pode ser que isso não ocorra com vc, porém acho que não vale apena arriscar. Pense, o que esta ruim pode ainda piorar. Bjxxx.

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  26. Tenho a Caimbra do escrivão. Já fui a quatro neurologistas, em são paulo,rio e ribeirao preto. O diagnostico foi exatamente o mesmo, e não há nada a fazer. Foram unanimes no diagnostico . Ricardo A.Prado

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  27. Pingback: The Month of Celebration « HOMENS DE BEM

  28. Meu nome é Osmar. Vou procurar ser sucinto. Na década de 90, me consultei com 3 neutologistas diferentes. Nos dois últimos, passei por exames em salas especias e com aparelhos sofisticados. Os resultados foram iguais “cãibra do escrivão”. Segundo os neurologistas, doença considerada ainda não curável, podendo ser amenizada com botox e outros medicamentos com efeitos colaterais maléficos e que também nem sempre são eficientes. As duas atividades principais na minha vida. Sou contador (hoje aposentado) e portanto dependia da minha mão para escrever. Isso fez da minha vida profissional UM VERDADEIRO INFERNO. A outra principal atividade, voltada para o lazer, e diga-se de passagem, a mais importante na minha vida era frequentar rodas de choro, onde eu participava com violão de 7 cordas. Pois bem, Por causa dessa merda da cãibra do escrivão, não mais consigo tocar violão, pois escrever e dedilhar um violão requer movimentos precisos o que é impossível para quem sofre desse mal. Isso causa uma revolta incontrolável. Chego até a pensar que se trata de um castigo.
    Um abraço a todos

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  29. Olá Pessoal,
    Li todos os depoimentos e tem muito de cada um na minha história. Sou funcionária pública estadual (professora), no estado do Tocantins, tenho 47 anos e há três (03) mêses fui diagnosticada com caimbra do escrivão. Até chegar nesse diagnóstico foram longos onze (11) anos de médico em médico – clínico geral que solicitva exame para reumatismo e dava sempre negativo, claro rsrsr; neurologista – fiz tomografia (não deu resultado) pois essa doença não aparece em imagem então o médico me passou calmante, disse que eu estava estressada e eu respondi: estou realmente pq sei que estou doente e não sei o que tenho; fui a um ortopedista – fiz radiografia dos ossos: td normal – ele não tendo o que me dizer, me mandou fazer 10 sessões de fisioterapia e tomar remédios para fadiga nos nervos; procurei então outro neuro que tinha excelentes referências, então fiz o exame adequado – eletroneuromiografia e a certeza: CAIMBRA DO ESCRIVÃO. Tenho muita dificuldade e sinto dores fortes tanto para escrever quanto para digitar – digito apenas com a mão esquerda…mas tenho contraturas nos dois braços.Tenho dificuldades para ´segurar e levar à boca uma chícara de café, dentre outras coisas. Bem, estou há trê meses de Licença Médica e aguardando remanejamento de função. Pretendo voltar ao trabalho porém, não na sala de aula, é inviável para mim nessa situação. Ufa! Falo muito né? Depois falamos mais rsrsrsr
    Grande abraço a todos!

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  30. wilson R da Silva 11/05/2013
    Também sofro do mesmo mal.
    Todos os sintomas apresentados por vocês, eu também tenho.
    Tenho 62 anos já estou aposentado, há dois anos.
    É um sofrimento muito grande.
    Não fiz avaliação de desempenho porque tinha redação (portanto deixei de receber 25% no salário).
    Não consegui preencher os alvéolos dessa avaliação , não tinha firmeza na mão.
    Passo por outro problema (DEPRESSÃO), não sei se é conseqüência.

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    • Wilson, a depressão pode ser consequência da distonia. É preciso avaliar bem como surgiu a CE e todos os fatores. A distonia afeta o humor e a capacidade cognitiva; depende muito de cada caso.

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  31. Encontrei o blog procurando sobre essa doença. Há pelo menos 10 anos sinto progressivamente dificuldade na escrita e hoje tem sido insuportável. Até há 1 ano atrás achava que era coisa da minha cabeça e como ninguém nunca entendia o que eu tinha pois nem eu mesma sabia (até hoje) como descrever, achei que era apenas cansaço extremo, esforço, etc. Tentei mudar a empunhadura da caneta, o que resultou numa melhora de caligrafia, mas por uns poucos meses, e hoje sinto a mesma dificuldade, travamento da mão, desencaixe da caneta e ao segurar copos (e antes não tinha esse sintoma para pequenos objetos além da caneta). Sinto que faço uma força extrema para escrever algumas linhas, numa lentidão incrível, como se a mão inteira precisasse andar pelo papel pois o polegar não consegue fazer o movimento. Minha mão simplesmente não obedece ao meu comando. Tenho tido pavor de provas e redação em concursos. Na minha pós-graduação eu rezava para as provas serem de grupo ou poderem ser digitadas e entregues posteriormente. Quanto mais pesquisava tentando encontrar alguma coisa que parecesse com o que eu sinto, mais desanimava porque nunca encontrava, nem no google. Levei mais de 6 meses para finalmente hoje chegar nessa “cãimbra”. Não posso dizer que seja isso, pois marquei neurologista para o próximo dia 17, a pedido de pessoas próximas que notaram ser esse realmente um problema que estou tendo. Preciso esperar os exames, mas quase chorei ao ler depoimentos que poderiam ter sido escritos por mim.
    Se pudesse, gostaria de saber mais a respeito. Ainda estou ansiosa pelo que posso ter e acredito que se for essa “cãimbra”, ela já pode ter provocado alguma outra lesão, mas com certeza fico mais tranquila de reconhecer o meu sintoma em algo real e de poder ter esperança quanto a não encontrar doenças mais graves. Obrigada.

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      • Divancio,
        moro no rio de janeiro meu e-mail é linsri@uol.com. br vc poderia me indicar algo q achou mais eficaz no tratamento da caimbra do escrivão, no momento estou usando Rivotril 20mg e nada …vivo dopado.
        Um abraço,
        Te aguardo

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      • Boa tarde Divanicio, por favor gostaria de uma indicação de um bom neurologista aqui no Paraná, especialista em cãibra do escrivão. Aguardo seu retorno. Obrigada.

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        • Lucimara, eu não conheço médicos do Paraná. Eu moro na PB, mas eu acho que na Comunidade do facebook chamada “Câimbra do Escrivão” deve ter alguém do Paraná que conheça. A própria Maristela que é de Curitiba pode te ajudar nesta informação, tá ok.

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  32. Meu nome é Gilza Maria da Costa, moro em Cuiabá. Estou desesperada a 1 ano percebi que a minha escrita estava ficando diferente e os dedos doloridos. procurei um ortopedista onde os exames constataram que eu tinha uma hérnia cervical.. passei por uma cirurgia na intenção de ser curada. Mas o problema continua.Estou praticando terapia ocupacional.Eu sinto vergonha de pegar nos talheres e de pegar um copo de água. Já fiz dois exames eletroneuromiografia onde o laudo diz o seguinte sinais sugestivos compatível com distonia muscular. o que devo fazer? Eu sou professora das series iniciais, já pensei até em aposentadoria por invalidez. será que a lei me ampara?

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  33. Olá pessoal!
    Assim como vocês, eu também sofro deste mal. Fui diagnosticada a um ano e até hoje não me conformo, minha letra era linda, hoje nem consigo ler o que escrevo direito.
    No meu caso não dói mas é muito constrangedor não conseguir assinar direito o próprio nome, tenho medo que as pessoas pensem que sou analfabeta e que com o tempo comece atrofiar mãos e braços. Alguém aí me dá umas dicas para diminuir os sintomas pelo amor de Deus.
    Obrigada.
    Andrelina Almeida.

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