Writing Orthotic Device for Writer’s Cramp

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In relentless pursuit  of finding an effective treatment for writer’s cramp I have found an interesting article about adaptive devices for patients with writer’s cramp. Scientists at the Center for Parkinson’s Disease and Movement Disorders, University of Cincinnati, Ohio, USA developed a research with a kind of  Writing  Orthotic Device for the management of  writer’s cramp. In fact, it is a portable writing orthotic device called WOD. According to Flavia B. Waissman, a brazilian Physiotherapist, the use of orthoses cause a motor rehabilitation.

The WOD – Writing Orthotic Device was created from 3/4″ acrylic sheets and it is approximately 3″ long and 3″ wide. In this device, there are three pre-drilled, 3/4″ diameter, pen-holes for placement of a pen of choice. According with the article, the WOD was created after several iterations using feedback from patients to test the ergonomics and portability, using Solidworks CAD software and it was designed to mold to the hand between the thumb and index finger.

According to the article, the research seeks to develop devices for  writer’s cramp sufferer with the aim of they write with more comfort and quality. To this end, according to experts, the application of muscle-substitution strategies may be beneficial in Writer’s Cramp patients. “Modifying the standard handwriting posture changes the handwriting technique, replacing the abnormal motor program with a normal behavior that “re-tunes” the sensorimotor circuitry. This behavior-modification strategy, also called sensory-motor retuning (SMR), has been shown to be effective in treating musician’s cramp which shares similar pathophysiologic features with Writer’s Cramp. Studies conducted with Writer’s Cramp patients showed improvement after handwriting modification techniques”,  said the researchers neurologists.

To read more about it, visit Frontiers in Neurology.  The Writer’s Cramp has been a topic of research in Neurology and other sciences such as Physiotherapy.  By reading this article, I remembered that I had printed a dissertation on  “writing motor rehabilitation”, some time ago.

In 2009, a brazilian named Flavia Boisson developed a similar research during the  Physiotherapy’s Master Program  from the Universidade Federal Fluminense  called  “Writing Motor Recovery Program in Writer’s Cramp“. I think these findings are important for improving the lives of people living with Writer’s Cramp like me. It is important to note that there are at least five sub-types of writer’s cramp described by Dr. Daniel Truong and other doctors in the book “Living Well with Dystonia” and that the use of orthoses should be better evaluated. I think in my case, the use of orthotics would not present a satisfactory result because of several factors such as the clinical history of the disease, age and the degree of dystonia’s functional impairment in my life. I’m not sure…

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Órtese da Escrita para o manejo da Câimbra do Escritor

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Na busca incansável por encontrar um tratamento eficaz  para a cãimbra do escritor eu descobri um artigo  interessante sobre dispositivos adaptativos para pacientes com cãimbra do escritor. Cientistas do Centro para a doença de Parkinson e Distúrbios do Movimento da Universidade de Cincinnati, Ohio, nos USA desenvolveram uma pesquisa com uma espécie de Órtese da Escrita para o manejo da câimbra do escritor. Na verdade, trata-se de um aparelho portátil ortopédico para  melhorar a escrita chamado WOD.  Nas palavras de Flávia Boisson Waissman, uma Fisioterapeuta brasileira, o uso de órtese provocaria uma reabilitação motora.

O WOD – Writing Orthotic Device  foi criado a partir de placas de acrílico com  cerca de 3 polegadas de comprimento por 3  de largura. Neste dispositivo, existem três  furos para encaixe do lápis com diâmetro de ¾ de polegadas. O WOD foi criado após várias interações usando feedback dos pacientes para testar a ergonomia e portabilidade, utilizando software CAD Solidworks e  foi projetado para moldar a mão entre o polegar e o dedo indicador. Devido o seu design, ele pode ser utilizado por qualquer uma das mãos.  Foram desenhados três tamanhos diferentes para adaptá-lo a uma variedade de tamanhos de mão.

De acordo com o artigo,  a pesquisa busca desenvolver dispositivos para o paciente com câimbra do escritor  consiga escrever com conforto e qualidade.  Para isto, segundo os estudiosos, a aplicação de estratégias de substituição de músculo pode ser benéfico em pacientes com CE – Câimbra do Escritor. “Modificando a postura de escrita padrão muda-se a técnica de escrita, substituindo o programa motor anormal com um comportamento normal que “re-ajuste” o circuito sensório-motor. Esta estratégia de modificação de comportamento, também chamado de re-sintonia sensório-motora, tem sido demonstrado ser eficaz no tratamento de câimbras do músico que partilha características fisiopatológicas semelhantes com  a  CE – Câimbra do Escritor. Estudos realizados com pacientes que sofrem de câimbra do escritor  mostraram melhora após técnicas de modificação de escrita”, afirmam os neurologistas pesquisadores.

Para ler mais sobre o assunto, acesse  Frontiers in Neurology.   A Câimbra do Escritor tem sido um tema de pesquisas da neurologia e outras ciências como a fisioterapia.  Ao ler este artigo, eu me lembrei que eu tinha imprimido uma dissertação de mestrado sobre reabilitação motora da escrita, há um tempo atrás.

Em 2009 uma brasileira chamada Flávia Boisson  Waissman desenvolveu uma pesquisa semelhante no Mestrado de Fisioterapia da Universidade Federal Fluminense chamada “Programa de Recuperação Motora da Escrita na Câimbra do Escritor“.  Eu penso que estes são achados importantes para melhoria da vida das pessoas que vivem com Câimbra do Escritor como eu. É importante salientar que existem pelo menos cinco sub-tipos de câimbra do escritor descritos pelo Dr. Daniel Truong e outros  médicos no livro “Living Well with Dystonia” e que o uso de órteses deve ser melhor avaliado. Eu imagino que no meu caso, o uso de órteses não apresentaria um resultado satisfatório por causa de vários fatores como a história da doença, a idade e o grau de comprometimento funcional da distonia.  Eu não sei se estou certo…

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