Wordless Wednesday!

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Today’ Prompt: It’s often hard to like pictures of ourselves – post your favorite picture of yourself.

I really like this picture because it reminds me of good times: a weekend at the beach.

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Memories

Today’s Prompt: Use a picture or video to inspire a post

This picture was taken in Recife nearly 10 years ago. Recife is a beach town  and a port city  in northeastern Brazil and is around 210 km from my hometown.

It makes me remember the good times when I was traveling by motorcycle. I always liked to travel by motorcycle and go to the beach. These are two things that make me well and make me quiet.

Today, I can no longer travel far motorcycle because  the writer’s cramp is much worse. There are many things I like and I left to do – or still making a lot of effort – because of this disease.

This photo also reminded me of my teenage years when I was a lot to this city, because I had a grandmother and an uncle who lived there.

Uma foto e Uma frase

Esta semana  eu encontrei duas coisas no facebook que me deixaram ao mesmo tempo pensativo e emocionado. Na verdade, estas duas coisas são uma foto e uma frase que marcaram a semana.

Uma delas é uma foto de outrora que me fez voltar ao passado e lembrar de coisas boas. Eu ri muito quando vi esta foto. Se eu não estou enganado, esta foto foi tirada num evento que participei na praia de Itapuã – Salvador. Acho que este evento foi em meados de 1985 e eu me recordo muito bem da maioria das pessoas que são do nordeste. Eu sou o segundo da direita, em pé.

 A outra é uma frase que eu gostei muito e está no perfil do Chaves no facebook. Esta frase me fez pensar em como a maioria das pessoas vivem de máscaras, são superficiais e sem originalidade. Preferem se esconder na multidão e na normalidade imposta pela sociedade ao invés de serem únicas e íntegras. 

Praia de Itapuã – Salvador

A vacation in the field

HAWMC Day 25: Third person post

The small DAP when he was young used to spend his vacation on a small farm of the parents of a classmate from school.

He recalls that it was a good time because he played a lot with the boys who lived there. His daily routine always began early in the morning. He woke at 5:00 in the morning to take cow’s milk. Then he would ride a horse and take the cattle to graze in the field. Sometimes it would bathe in the pond, sometimes he would go fishing and hunting.…  The father of my colleague always forced us to drink milk very early in the barn.

He keeps these memories as one of the best moments of his childhood. Each time he spent a vacation in the field, he learned to appreciate more and more of nature and simple life.

The small farm was really cool because it had many trees, orchards of various kinds of fruit, cattle, cows, horses, sheep, chickens and turkeys … Moreover, had many children, who lived in the area for him to play. These were the perfect vacation for any kid.

CQC no São João de Campina Grande

  
O CQC visita Campina Grande na festa de São João e faz reportagem bem humorada para o programa na Band. Este video foi mostrado também pelo blogRetalhos Históricos de Campina Grande. Ao acessar o blog hoje vi a matéria sobre o CQC e achei bacana. Então, resolvi citar aqui!

Câmera  Para você que não conhece o Maior São João do Mundo assista esta outra reportagem da Tv Itararé de Campina Grande, afiliada da Tv Cultura. 
Quem nunca dançou um forró no Parque do Povo e na Pirâmide não conhece as coisas boas de Campina Grande.
O que eu acho interessante é a cultura do povo: o que se chama de “parque do povo”, na verdade, é um pátio de forró; e o que se chama de “pirâmide”, na verdade, é uma grande fogueira onde as pessoas dançam forró em baixo. Foi assim o projeto original criado pelo prefeito da época. Acontece que a fogueira tem uma forma que lembra uma pirâmide. Daí, o povo a batizou com este nome. Uma pirâmide do forró… …não aquela do Egito.
 

Zé de Dalva

 
O Senhor José Ventura da Silva, conhecido como Zé de Dalva – esta é a forma mais comum no interior da Paraíba de nomear as pessoas: dá um apelido com a referência do conjuge ou parente –   é o dono da barraca mais antiga, histórica e folclórica da cidade de Amparo/PB que fica localizada no canteiro central da avenida principal da cidade.
Segundo ele, a barraca tem mais de 16 anos, começou a funcionar na época que Amparo não era cidade, era uma vila que pertencia a Sumé, há 30 km de estrada de barro. O municipo de Amparo tem cerca de 2.000 hab. e a maioria da população mora na zona rural.
Um fato que me chamou muito atenção é que ele acorda cedo e faz o café. Às cinco horas da manhã abre a barraca. Não tem ninguém na rua ainda. Daí, ele assobia avisando que o café está pronto. Os homens que moram nas imediações, respondem com um assobio, também. Então, as portas das casas começam a abrir uma por uma e os homens saem ainda com o rosto marcado pela noite de sono, uns sem camisa, outros com a roupa íntima… Todos vão tomar o café do seu Zé de Dalva e botar a conversa em dia. É um ponto de encontro dos Homens. Neste café só rola papo de homem… coisa de macho como diz o palavreado dos nativos.
 Este café tem algo de misterioso, atrativo e folclórico, pois é o primeiro alimento a ser ingerido por estes fregueses tão assíduos. É um momento de descontração, de conversa, de compartilhar a vida. O cafezinho tornou-se um alimento que conforta também a alma e dá um brilho diferente para a vida deles. Por isso que é folclórico: é um costume cotidiano. Este encontro matinal tem uma função, um prazer bem específico na vida destas pessoas. Muito interessante!!! Um encontro que tem um código e um significado bem específico.
Pensativo  Quando fui tirar as fotos e conversar com ele sobre a barraca,  disse-me: “a barraca tá famosa agora… até foto tão tirando”.  Nas entrelinhas desta frase de seu Zé de Dalva podemos perceber a auto-estima elevada dele pelo fato de estar sendo visto como alguém importante, valorizado
Este homem simples que tem sustentado sua familia até agora com esta barraca e seu cafezinho histórico é, na verdade, um ícone do homem interiorano, nordestino, sofredor e trabalhador.  Um exemplo de vida.

 

VII Conferência Nacional da Assistência Social

 VII Conferência Nacional da Assistência Social
VII Conferência Nacional de Assistência Social foi um espaço de deliberações muito importante para o momento atual do SUAS. Na verdade, foi uma experiência riquíssima para todos os delegados e participantes, no tocante ao crescimento pessoal e profissional, ao compartilhar experiências com outros estados e com relação a decisões e avanços   políticos  na área de Proteção Social.

O encerramento da Conferência foi em grande estilo, com a presença das secretárias do MDS e a presidente do CNAS.