Movimento do Bem Musical

 

Com um estilo reggae-rock, a Banda Homens de Bem de Salvador/BA tem como objetivo  sensibilizar e mobilizar as  pessoas, através da música, passando uma mensagem do bem,  de alegria e positividade, onde o amor seja recíproco e verdadeiro entre as pessoas. “Independentemente da cor da pele ou cabelo, independentemente da raça ou credo,  independentemente da quantidade de dinheiro que se tenha, somos todos iguais”, afirmam eles.

A banda busca construir, através da musicalidade, valores do bem na sociedade para que as pessoas vivam  harmoniosamente com todos e com a natureza.  ” Todos unidos na paz, pela paz, respeitando o próximo e as diferenças, cultivando o bem pelo bem, sendo honesto com você e com os outros, não fazendo ou desejando o mal absolutamente a ninguém. Queira o bem, faça o bem, deseje o bem… Você vai se sentir bem!  Fazer parte desse movimento é ser um Homem de Bem” afirma a banda.

Você acha isto um sonho e/ou uma utopia? Eu não acho…  John Lennon não achava. Muita gente não acha. Ser Homem do Bem é possível! Gostei da banda e da atitude deles!  Muito louvável e bacana.  Por isto, apresento a todos o Movimento do Bem Musical. Faço parte deste movimento que privilegia a bondade, a justiça, a simplicidade e a humildade; Que abomina esta mania compulsiva de consumismo e de  valorizar o dinheiro, as “posses” e as aparências;  Que busca valorizar a Pessoa Humana e a Natureza.

Mãos Pequenas!

A primeira vez que escutei a música “Hands” de Jewel Kilcher foi  há um mês atrás quando li um artigo de Nicole Oliver. Nicole é uma amiga blogueira da distonia e, neste artigo, ela faz uma reflexão sobre esta canção de Jewel que se encontra no seu segundo álbum chamado Spirit (1998).

Eu gostaria de destacar o seguinte trecho da música:

Vamos lutar, não pela maldade.

Mas, para alguém  defender o que é certo

Porque onde há um homem que não tem voz

Nós cantaremos…

Minhas mãos são pequenas, eu sei …

Mas elas não são suas, elas são minhas.

Eu nunca serei  submissa.

No final, só a bondade importa!

Eu acho que estamos precisando de pessoas boas neste nosso mundo; pessoas que façam o bem!  “Quase em extinção estão as mãos honestas e amorosas” canta o músico Zeca Pagodinho na canção “Mãos” de Almir Guineto  e Carlos Senna…

Nós estamos precisando também de pessoas que não sejam submissas; de mãos que buscam, que constroem. Mãos que não se escondem… Mãos que apesar da fragilidade causada pela distonia não precisam ser dóceis e domáveis. Não precisam aceitar tudo!

Precisamos lutar por tudo isto, conscientizar a todos acerca dos valores do bem, mesmo sendo pequenos e inexpressivos, tendo mãos pequenas e com pouco alcance… mesmo com mãos deformadas e incapacitadas pela distonia!  Façamos a diferença!

Caras como eu

Caras como eu são diferentes, raros, inteligentes,

Chatos, solitários

E (im)pacientes.

Caras com eu

Depeche Mode

Eu curtia muito esta banda naquela época em que a gente tinha muitos sons bacanas como: The Police, Duran Duran, Rolling Stones, Phil Collins, U2, Aha, Guns N’ Roses, etc.  E ainda hoje curto muito todos estas bandas!!!

Depeche Mode é uma banda inglesa formada em 1980 em Essex, Inglaterra, com o estilo synthpop, o mesmo da banda Aha.  Este som é um estilo em que os teclados e sintetizadores são os instrumentos musicais dominantes. É considerado por muitos como a junção máxima da música eletrônica com o rock, pois diferente de outros grupos de música eletrônica, os compositores de synth-pop  seguem o mesmo ritmo e atuação de uma “banda” comum de rock.

A banda é um dos grupos precursores do synth pop e pós punk. O Depeche Mode pode ser considerado um dos maiores e mais importantes representantes da música eletrônica, ao lado de Pet Shop Boys, Erasure, New Order e Kraftwerk.

Muito bacana…

Música Eletrônica Pop

Este video é fantástico!!!  Sempre gostei das músicas do Jean Michel Jarre, especialmente  Oxygene. O cara é demais!

Jean-Michel André Jarre (Lyon, 24 de agosto de 1948) é um instrumentista, compositor e produtor musical francês, filho do compositor de trilhas sonoras Maurice Jarre.

De acordo com o Wikipédia ele é considerado por muitos o pioneiro na música electrónica pop, bem como um “quebra-recordes” de espectáculos ao ar livre nos quais inclui efeitos laser, de pirotecnia, conjugando imagens projetadas com a arquitetura existente no local do espectáculo, juntando a isso os efeitos surround dos seus temas. O seu primeiro single “oficial” foi La Cage/Erosmachine de 1970, as músicas são bastante experimentais. Muitos afirmam que Jarre gravou as escondidas nos estúdios da GRM durante a noite, e utilizou tudo que esteve em suas mãos para criar efeitos, como por exemplo uma maquina de escrever.

Ainda, segundo o Wikipédia, Jarre vendeu estimadamente 80 milhões de álbuns e singles ao longo da sua carreira (desde 1971) e bateu 4 recordes no Guinness World Records Book.

“Em 1986 ele trabalhou num concerto com a NASA: o astronauta Ronald McNair iria tocar o solo de saxofone da música Rendez-Vous VI enquanto estivesse em órbita no Ônibus espacial Challenger, enquanto os seus batimentos cardíacos seriam usados como amostras de som na mesma música. Esta seria a primeira música gravada do espaço, a ser incluída no álbum Rendez-Vous. Após o desastre com a espaçonave Challenger em 28 de Janeiro de 1986, a música foi gravada com outro saxofonista, recebeu o nome de Last Rendez-Vous – Ron’s Piece e tanto a música, como o álbum foram dedicados aos astronautas mortos no acidente com a Challenger. Ele é um Embaixador da Boa Vontade…” continua a enciclopédia.

Afirma Wikipédia que em 1976 é lançado pela Disques Dreyfus o seu primeiro LP totalmente instrumental e sintetizado, Oxygene, que teve um sucesso estrondoso na França e só um ano mais tarde é lançado no resto do mundo pela Polydor, obtendo igual importância em outros países .

“Devido à grande importância de “Oxygene”, Jean Michel Jarre recebe ainda em 1976 vários galardões, como o ‘Grand Prix Du Disques’ da Charles Cross Academy. Em 1977 a revista americana “People“, coloca Jean Michel Jarre como uma das personalidades do ano, feito notável para um artista francês que tinha acabado de lançar o seu primeiro álbum. Deste LP, para além da sua interessante capa, (o planeta Terra desfazendo-se, com um crânio por dentro), destacam-se os famosos singles Oxygene II e Oxygene IV, sendo o primeiro adaptado em vários anúncios comerciais, e o segundo alvo de variadíssimas covers e do seu primeiro video-clip, em que numa das versões mostra inúmeros pinguins andando no gelo…” completa Wikipédia.

Para conhecer mais sobre o músico , você pode acessar  JEAN MICHEL JARRE.

 

 

 

Acessibilidade está na Moda

Clique aqui para acessar o conteúdo da programação da Sexta Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência em texto.

Aconteceram paralelamente no Salão Negro do Congresso Nacional e no Auditório Petrônio Portela do Senado no inicio de dezembro dois eventos muitos importantes com relação a pessoa com deficiência.

Um deles foi a VI Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência. O outro foi  VI Fórum Senado Debate Brasil,  voltado para a Convenção da ONU sobre os direitos das Pessoas com deficiência.

Muito interessante as discussões sobre impedimentos corporais, exclusão e estigmas… nas diversas abordagens.  Um avanço em termos de produção científica, pois a visão biomédica da deficiência traz em seu bojo um discurso exclusivo.

Achei legal a banda Soul Washing Machine de Brasília cujo vocalista é deficiente e o show de Tribo de Jah do Maranhão cuja as letras de suas músicas traz um discurso contra a opressão, discriminação, exclusão, o preconceito e as minorias. Que avanço… Tudo isto no Congresso Nacional!

 

  Veja este vídeo da Tribo de Jah cujos integrantes são cegos:

 

 
 

Biquini Cavadão na Festa da Laranja

Neste Sábado 07/11 a banda Biquini Cavadão foi a atração principal na Festa da Laranja 2009 na cidade de Matinhas/PB. Foi muito bacana curtir rock-in-roll numa festa de rua onde geralmente só se escuta forró e sertanejo.
O Biquini animou a galega. Gostei de ver os nativos curtindo junto com os forasteiros amantes da banda, um repertório diferente; um som estranho aos ouvidos de quem vive sendo borbardeado por estas músicas chatas e alienantes do forró eletrônico  e da melomania musical sertaneja. Nada contra quem curte estes sons, mas o problema é que a mídia padroniza os gostos e anula a individualidade e a possibilidade de opções. É preciso diversificar…
Comecei a gostar do Biquini quando era adolescente. Na época, não existia internet e nem celular e os discos eram de vinil. A juventude era mais politizada e não tão besta e só preocupada com aparências como é hoje.
Lembro-me que ao chegar no Rio em 1985, uma prima  estava escutando na sua vitrola um som gostoso de um disco de vinil: era o Biquini Cavadão. Senti-me em casa… Que bom encontrar alguém com bom gosto. Ela morava no Parque Anchieta e quase todo final de semana íamos para Botafogo. Nós levavamos os discos da banda para escutar lá. O apartamento era pequeno, mas ficava na praia perto da São Clemente. Bem diferente da baixada fluminense.
Fiquei curioso com relação a esta festa e descobri que em algumas cidades existem festa da laranja também,  como é o caso de Nova Orleans.